terça-feira, 8 de março de 2011

Ó dúvida cruel...


Mocinha ou vilã? Dar ou não dar? Tirar ou manter?
Ahhhhhh, me refiro à chupeta!
Há alguns dias que tenho discutido internamente a importância desse acessório na vida dos bebês, especialmente da minha caçula. Já li quilos de artigos, toneladas de opiniões, vi milhares de imagens sobre que mostravam a dentição.
Como é difícil decidir se mantenho ou não ela em nossas vidas?
Esclarecendo, muitas vezes, na maioria das vezes na verdade, Alice pega o peito errado, e dói. A pega dela está certíssima, mas acredito que a chupeta é que atrapalha a sucção dela. Mesmo sendo chupeta ortodôntica. Como dei a chupeta pra ela ainda na maternidade, não tenho como confirmar essa minha afirmação. E dei chupeta, não porque não queria que ela ficasse no peito, mas 24h no peito não rolava (nem a maior super hiper mega blaster mãe do mundo conseguiria, quem dirá eu, uma mera mortal!), optei pela dita cuja!
E acho um saco! Às vezes ela cai durante o soninho da pequena e ela nem tchum. Outras vezes ela cai e a pequena acorda chorando muito coloco a chupeta e ela dorme mais uns minutos, a chupeta cai e ela chora e assim vai... Fora as vezes que saio de casa e esqueço a maldita! Aí é uó.
Eu queria muito voltar no tempo e não ter dado! Sei lá, ela tem uma boquinha linda, fica tão feio usar chupeta!
Por isso estou tentando deixá-la chupeitar (odeio esse termo...), ficar no peito sempre que tem sono, ou sempre que quer um consolo! Ah, por falar em chupeitar (odeio esse termo [2]), esse texto é fabuloso, fala sobre a chupeta de peito, muito bom!
Na verdade, esse post foi mais uma divagação... Tenho pensado muito na questão da chupeta... Será que eu preciso mais que minha filha?
Beijokas

sábado, 5 de março de 2011

Vamos slingar?


A Carinho de Pano e Slingar e Dançar promovem no próximo sábado mais uma oficina de slings! A idéia é, além de aprender ou treinar o uso do sling, fazer uma vivência bem bacana de dança com sling, com a Isabella Isolani e trocar experiência com outras mães! É uma ótima chance para conhecer mães e retomar a vida social que fica um tanto parada depois que temos filhos!
#ficaadica

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A arte de fazer acontecer...


Correria, loucura, total falta de tempo... Ops!
Acho que a questão não é a falta de tempo, mas a falta de organização do meu tempo!
Sério, acho que meu dia tinha que ter no mínimo 30 horas para dar conta de tudo. E sem dormir! Porque não dá! O Facebook não me deixa fazer nada! Leio meia dúzia de links e pronto, já se passaram horas! Quando resolvo criar coragem a atualizar o site da Carinho de Pano vou dormir depois das 2h da madrugada! E minha Alice não entende que se a mamy dorme tarde quer acordar tarde. E aí, acordo com aquele humor que só quem dorme comigo, embaixo do mesmo teto conhece (Nao, não queiram conhecer!).
Enfim, acredito que melhorei muito no quesito organização, mas ainda me deixo muito a desejar! E me policiar para parar de fazer tudo ao mesmo tempo (mania de mulher). Quantas vezes me pego lavando a louça e lembro da roupa para pendurar e quando passo pelo escritório lemrbo de um e-mail que preciso responder... Acabo sem fazer nada até o fim, e deixo TODAS as minhas tarefas incompletas!
Uma das sugestões do livro que estou lendo, A Arte de Fazer Acontecer, para tocar algum projeto parado, a primeira pergunta a se fazer é "Qual o primeiro passo para fazer isso?". Com a resposta na mão, é só tocar o barco e fazer! Lógico, tem outras dicas, que ainda não li, mas basicamente é isso. Se você já sabe o que precisa fazer para começar, por que não fazer?
E, agora que sou uma Mom Preneurs, preciso mais do que nunca me organizar para que tudo saia como o planejado (odeio quando as coisas saem do meu controle!). Por isso tenho me dedicado a aprender a me organizar enquanto empresária.
E toda sugestão é mais que bem vinda! Tem alguma dica que deu certo no quesito organização (de tudo, lar, contas, trabalho...), por favor, esse é o post!!!!

Beijos

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Oficina de Slings

Acontecerá neste sábado a III Oficina de slings Carinho de Pano e Slingar e Dançar.
O objetivo é trocar experiência entre mães sobre slings, formas de utilização, posições e venda de produtos Carinho de Pano (afinal, um único sling nunca é suficiente!).
Deixo aqui o convite para quem quiser saber mais sobre essa forma maravilhosa de carregar os bebês!!!!

Beijinhos

domingo, 30 de janeiro de 2011

Haja santa paciência!


Ccomplicado!
Ainda estou à procura de uma loja que venda paciência em quilo! Porque está bem difícil aqui em casa!
A Dani anda super ciumenta! Fazendo de um tudo pra chamar a atenção. Chora por qualquer coisa, teima, responde, não quer comer... Aff, que canseira! Ela ganhou da avó uma sandália maldita da Xuxa.
Abro um parênteses para questionar uma pessoa que diz gostar tanto dos baixinhos e assina uma sandália para crianças que tem salto.
Bem, continuando. Essa sandália tem sido motivo de discussões infindáveis, porque eu não deixo que ela use a sandália fora de casa e a avó diz pra ela que o salto é pequenininho e que não tem problema. Aff, que canseira [2]!
Aí vem marido, que dia sim e outro também tem rompantes de irritações "sem motivo" que sugam de canudinho toda minha energia e me deixam pior do que ele.
HAJA SANTA PACIÊNCIA!
A única que tem colaborado para que eu não pire na batatinha é a Alice. Pelo menos ela colabora com a mãe exausta aqui!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Do que as mães realmente precisam?


Ontem, lendo essa publicação sobre as necessidades das mães empreendedoras, fiquei me perguntando do que EU preciso para trabalhar tranquilamente em casa. A vantagem de trabalahr em casa é estar perto da minha família em tempo integral. Mas, é também uma desvantagem. Não tenho horários fixos, atendo a todos os pedidos de "Mãe, faz isso...", "Mãe, faz aquilo...", "Gunhéeeeeeeeeeeeeeeeeeee...", "Amor, isso..."... Faço o trabalho da empresa, o trabalho da casa, tento não descuidar do carinho e chamego dos meus três amores, tento não descuidar de mim.

Milhões de coisas vieram na minha cabeça. Mas algumas coisas tem sido essenciais nessa nova etapa da minha vida.

Marido: Trabalhamos os dois em casa. E temos que nos revezar no quesito atendimento aos filhos. Algumas coisas ele não pode fazer (amamentar) por mim, mas sempre que possível quebra um galho com as meninas. É fato: a mulher acumula muito mais papéis do que o homem. Mas, uma louça que ele lave para mim, já é uma mão na roda!

Família: Nas horas em que o trabalho aperta, nada como uma vó que liga e diz "Vou pegar a Dani pra passear!". Porque em casa, além de ficar à Deus dará com seus brinquedos, ela não receberia a atenção que ela gostaria de receber. Com as avós, dinda, tia, tio ela recebe atenção exclusiva e ainda passa dias agradáveis e divertidos fazendo o que gosta!

Internet: Não, se não fosse a internet eu não resolveria nada da minha vida! Sou escrava dela! Total e completamente dependente dela. E, agora meu trabalho exige que eu esteja 24h conectada, lendo e respondendo e-mails, atualizando facebook, twitter e (quando dá um tempinho) o blog.

Ajudante do lar: Diarista seria perfeito. Poderia ser uma vez por semana! MARAVILHA! Mas não tenho ninguém fixo. Como só agora vou começar e ser remunerada, talvez daqui há uns três meses eu possa pensar nesse luxo necessário. Por enquanto vou me virando do jeito que dá. As roupas se acumulam para passar, tudo é feito aos atropelos e quando dá...

Tempo: Isso é o que mais preciso e menos tenho! Faz dias que prometo dormir antes da meia noite. Mas meu dia começa às 7:30h e termina por volta da 1h da madrugada, com direito a mamadas a cada três horas. Ou seja, faz seis meses que não sei o que é uma noite inteira de sono, bem como não sei o que é descansar. Mas, agora, tudo que menos quero é descansar. Quero mais é aproveitar cada minuto que tenho para tocar a Carinho de Pano e ter muito sucesso nessa nova empreitada!

É isso, ser mãe empreendedora nao é fácil não! Mas é bom demais!

Beijos

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Blogagem Coletiva: MÃE x MERCADO DE TRABALHO

É fato: entidades públicas e privadas não têm condições de das subsídios para mães maternarem e trabalharem simultaneamente. Uma pena! Vamos começar com a licença maternidade de quatro meses. Levando-se em consideração que o bebê deve ser amamentado exclusivamente no peito até o seis meses de vida, nossa licença maternidade chega a ser um ultraje!
E aí, a mãe que tem apenas quatro meses para maternar após o nascimento do filho se vê num beco sem saída, num mato sem cachorro, e todos os ditos que couberem a
essa situação.
Bate o desespero e mais dúvidas e culpas se apoderam dessa mulher que, tudo o que mais precisava e queria, era estar com o filhote em casa, amamentando, curtindo, amando...
Muitas vezes existe a possibilidade de largar tudo, adiar o sucesso profissional e ficar em casa curtindo a cria por mais um ano, ou dois.
Muitas vezes essa possibilidade é impensável, pois parar de trabalhar implica em perder uma renda para a família. E muitas vezes, essa renda é de suma importância para manter um padrão de vida básico.
E outras vezes, a opção é usar a criatividade e desenvolver atividades que permitam à mulher ter uma renda e ainda cuidar da famíllia. Sobrecarrega? SIM! MUITO! Mas é a chance de seguir a amamentação exclusiva até os seis meses, é a possibilidade de cuidar da casa e da família e ainda traba
lhar fazendo coisas que gosta sem abdicar de nenhum papel.

Essa foi minha opção!
Quando a Dani nasceu (há quase 5 anos) eu voltei a trabalhar quando ela tinha apenas 3 meses. Pensem em uma mãe culpada, desesperada, insegura. Fui alvo de muitas críticas (nada construtivas) que contribuíram com todo o clima de dificuldade que se criou na minha cabeça. Dani foi para a escolinha com 9 meses (foi horrível), saiu com 1 ano e meio e tive que parar de trabalhar. Voltou aos 2 anos e, com 2 anos e 9 meses saiu novamente da escola e, novamente, tive que parar de trabalhar. Nas duas situações ela precisou da mãe ao lado dela. Ela deu sinais que, se eu não abdicasse da minha carreira seria cobrada no futuro.
E nos dois momentos foi a melhor opção.
Quando engravidei da Alice, de cara decidi parar de trabalhar fora de casa. Trabalhei os nove meses e
m casa, fazendo bicos, mas pertinho da Dani e cuidando da minha gestação como se fosse a última (e será!). Agora, depois de cinco meses que Alice nasceu estou na ativa novamente.

E aproveito esse post para contar que assumi o comando da Carinho de Pano, empresa especializada em slings e artigos para bebês. Estou realizada e feliz, pois estou trabalhando muito ao lado da minha família!

E, finalizando o post, deixo meu conselho: SIGA SEU CORAÇÃO! Se a necessidade impedir que você fique 20h ligada à cria, não se culpe. Tente fazer o melhor possível do tempo que passa ao lado dos seus. Nem tudo pode ser como queremos, mas temos que fazer o possível para que tudo seja feito com amor e carinho!

Beijos

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Materniade X Trabalho


Amanhã, será realizada uma blogagem coletiva com o tema "A forma de acolhimento do bebê e da mulher no mercado de trabalho."
Manifeste sua opinião, voltar ao trabalho e depender de babá, creche, avós...
Desistir da carreira temporariamente e marternar até o momento em que o coração diga que o filhote está pronto para encarar o mundo sem a mãe...

Como o mundo recebe mãe e bebê???

Beijos

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Este ano quero paz pro meu coração...


Viva 2011! Viva o fim de um ano digno de ser esquecido, que só me trouxe Alice de bom! Viva um ano que já entrou me trazendo alegrias e coisas boas!
Nunca fui a mais supersticiosa, mas na virada de 2009-2010 foi o primeiro Revéilon que não fui à beira do mar pular minhas ondinhas e pedir a benção da Mãe Iemanjá e meu ano foi ruim. Muito ruim!
O problema é que a Dani teve muito medo dos fogos, então nos obrigamos a não sair de dentro de casa. E esse ano, depois de muita conversa, ela pediu para ir à beira mar. Morreu de medo, chorou muito. Mas eu entrei na água à 24h, para tirar a uruca de 2010 - "Mãe, o que é uluca?" (by Dani).
E eis que há 11 dias tudo tem dado muito certo! Alice está super tranquila, parou com as choradeiras infindáveis. Tenho novidades profissionais, mas que só conto quando tudo estiver mas que fechado. Meu casamento anda de vento em popa, depois de um ano sou uma mulher amada e que ama muito o marido! Dani vai mudar de escola e está super feliz com a escolha da nova escola! Ou seja, 2011 começou PERFEITO!

E faremos de tudo para que assim continue!

FELIZ 2011!!!!!

Beijos

sábado, 4 de dezembro de 2010

#MemeDasAntigas - Meu site/blog preferido em 2010

Esse é meu blog preferido em 2010, Mamíferas. Nele me encontrei como mãe e como mulher. Nele encontrei o consolo que precisei por tantas vezes, quando estava sozinha na frente do monitor e precisando de uma palavra salvadora! Esse blog é fantástico, mulheres reais, fortes... Para mim, Deusas!!!!!

#MemeDasAntigas

Beijos

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

#MemeDasAntigas - Meu filme preferido em 2010



Puxa, assisti tantos filmes este ano! Dei um bom lucro para a Blockbooster.
Mas o que mais me marcou foi Lembranças.
é um filme bonito, um drama que nos faz pensar que a vida é feita de momentos e que cada um deles deve ser aproveitado como se fosse o último (sem clichês!).

Beijos

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

#MemeDasAntigas - Mas 2010 ainda não acabou, ainda vou tentar...


...O que foi mais difícil para mim em 2010 foi organizar meu tempo, minha casa, minhas contas, meu blog... TUDO!
Estou tentando e vou continuar tentando, nestes vinte e poucos dias que restam em 2010, organizar minha vida! As co
ntas já estão "praticamente" em ordem. Falta todo o restante!
Ahhhhh... Também vou tentar terminar de ler "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos" e fazer minhas listas, porque o que mais li neste ano foi que as listas nos ajudam a organizar a vida e fazer tudo que tem que ser feito!
Isso aí, bora curtir esse finalzinho de 2010, porque ainda não acabou!
#MemeDasAntigas








Beijos

Quer saber mais sobre o refluxo em bebês?


Há menos de uma semana tivémos o diagnóstico de refluxo oculto na Alice. Ela chora muito, e comecei a perceber que depois de mamar ela fica inquieta. Enfim, estamos tratando com medicamento e amor. Mas não é fácil, o choro dela é forte e já me peguei diversas vezes chorando com ela!
Como não sabia nada sobre o refluxo, pesquisei e resolvi postar a respeito!
O refluxo é uma falha no funcionamento das válvulas do esôfago, que impedem o retorno do leite. Essa falha (falando a grosso modo) permite que o leite volte até o esôfago ou até a boca, provocando vômitos.
Alguns bebês convivem bem com o refluxo, sem nenhum desconforto. Porém, outros apresentam certo incômodo, pois o retorno do leite provoca azia no bebê, fazendo com que ele não consiga mamar tudo o que precisa.
As formas de detectar o refluxo é observando se o bebê regurgita a cada mamada, se ele sente incômodos após as mamadas, se o bebê chora demais, ganha peso insuficientemente...
O tratamento pode ser feito, nos casos de incômodo do bebê, por medicamentos antiácidos, aliviando a azia do bebê. Em casos mais sérios, o pediatra pode encaminhar o bebê para um gastroenterologista para utilizar outros medicamentos.
e o leite materno é, sem dúvida, um aliado, por ser hipoalergênico e de fácil digestão. Uma solução seria o bebê mamar várias vezes, sem encher o estômago, evitando o reflluxo.
No caso da Alice, demoramos para suspeitar do refluxo, porque ela não regurgita, ganha peso muito bem, só chorava demais e era um choro dolorido, sem vômitos. Por isso, refluxo oculto.
À medida que o bebê cresce, as válvulas do aparelho digestório do bebê amadurecem e começam a funcionar adequadamente, e o refluxo desaparece. Ou seja, temos que dar tempo ao tempo! Logo, logo minha gatinha não precisará mais de remedinhos e ficará super bem, sem refluxo!
É isso, refluxo não é nenhum bicho de sete cabeças. É incômodo, mas passa!

Beijos

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

E o segundo filho...


Mãe de primeira viagem sofre! Tudo novo, tudo estranho, tudo desesperador! Muitos choros iguais (e todo mundo diz que dá para identificar choro de cólica, de fome, de sono...).
Até que chega o segundo filho e tudo é tão fácil! Ou não!
Porque o primeiro, que foi o filho da mãe de primeira viagem está ali e agora sou mãe de primeira viagem de dois filhos! Confuso? Muito!
E, como já postei AQUI, as meninas são muito diferentes. Assim como minha relação com elas é diferente. Até três meses atrás a Dani era única. NUNCA precisou esperar que eu atendesse outra pessoa para atendê-la. Tudo sempre meio imediato. E, agora, vejo minha "mocinha" pacientemente sentadinha no sofá, esperando a irmã terminar de mamar para receber seu achocolatado.
Hoje levamos a Alice pela terceira vez no mês na pediatra. Ela chora muito, um choro desesperado, forte, sofrido. Antes eu achava que eram as cólicas, mas agora as cólicas passaram. E aí? O que pode ser. A pediatra pediu exame de refluxo e urina. Mas meu coração me diz que não é nada disso. Às vezes sinto que é uma forma de me prender junto a ela, porque ela chora me olhando nos olhos. Não sei mais o que pensar sobre os choros da Alice.
E no meio disso está a Dani. Que só fala "Mãe, não estou ouvindo o filme!" - Ô dó! E mesmo assim, ela aperta as bochechinhas da Alice e diz "Meu bebezinho!" toda derretida pelo sorriso banguela da irmãzinha!
E aí? Aumento a TV para a Dani ver seu filminho e fico com a Alice aos berros? Mantenho o volume da TV e me tranco no quarto com a Alice aos berros? Saio correndo descabelada berrando pela rua?
É... Ainda bem que ninguém me disse que seria fácil!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Não à violência contra a criança e o adolescente!



Hoje, 19 de novembro é o Dia Mundial de Prevenção da Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes. E nunca é demais ressaltar a importância dessa ação para a sociedade.
Confesso que já dei palmada na Dani. Mas me doeu tanto que decidi que minhas filhas seriam educadas com amor e não com palmadas. É inadmissível que aquele que deve proteger seja o agressor de seres tão indefesos quanto crianças.
Limite físico, só abraço!
Outro dia a moça que trabalha para mim de vez em quando me disse o seguinte: "Eu mando o Lucas pegar a vara da árvore para apanhar, porque na bíblia diz que devemos educar com a vara..."... Ãh? Hein? Cuma? Choquei!!!!!
É o poder da palavra escrita levada ao pé da letra!
Fiquei triste porque o garoto é um doce e por uma peraltisse apanha de vara! Imaginem a dor, imagine a humilhação de ir buscar a vara para ser agredido.
Não consigo nem imaginar! É como de um gigante gritasse para que eu fosse busca a vara e me surrasse e eu não pudesse me defender.
Não... Não quero isso para minhas filhotas!
Amor e carinho são as melhores formas de educar!
Bora lá, gritar aos quatro ventos "NÃO À PALMADA!", "NÃO AO ABUSO SEXUAL!", "NÃO À VIOLÊNCIA MORAL!" e "SIM À PROTEÇÃO DAS NOSSAS CRIANÇAS!".

Beijos

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Mãe vaca com muito orgulho!


Ai, ai! Isso cansa a beleza de qualquer super mãe consciente!
O quê?
Mais uma vez a mídia passa a mão na cabeça de mães que se acomodam com diagnósticos bizarros de médicos preguiçosos que não tem paciência para ajudar uma mãe a amamentar seu filho ou de mães acomodadas que tiram o direito do filho receber o melhor alimento em prol do seu descanso. #FAIL

Já postei AQUI, AQUI e em vários outros posts minha opinião sobre amamentação. Mas acho que não custa ressaltar o quanto defendo esse ato de amor de mãe para filho.
a natureza nos deu entre 38 e 42 semanas para gestar um bebê. Esse tempo não é somente para comprar roupinhas. Esse tempo é para a preparação da futura mãe, para que ela esteja pronta para assumir TODAS as responsabilidades que a maternidade traz com a chegada de um bebê. E, acredito que a principal é a amamentação.
Passei por quatro obstetras antes de optar ganhar a Alice no plantão do hospital. NENHUM deles conversou comigo sobre a amamentação. e quando eu perguntava a resposta era unânime "Cedo para falar disso!".
Senti tanta raiva ao ler esse lixo, achei de uma irresponsabilidade, de um mal gosto e de uma inutilidade tão grande. Uma pena que temos que comentar para não deixar que pessoas desinformadas acreditem nos absurdos escritos nele.
Como assim, "respeitar a mulher que não quer amamentar"? Se mata! Coloca filho no mundo para negar o melhor alimento e quer ser respeitada!
"O que está acontecendo? O mundo está ao contrário e ninguém reparou?"
Não consigo aceitar isso! Acho que deveria existir uma lei que obrigasse a mulher a amamentar, salvo em situações em que a amamentação não é possível.
Hoje, ecebi uma notícia maravilhosa. Uma amiga querida, a quem quero muito bem e que estava tendo muitos problemas com a amamentação conseguiu relactar o bebê com sucesso! Isso é exemplo de mulher consciente, responsável! Eu sei o quanto é difícil amamentar, já passei por duas mastites, uma com febres de quase 40°C e segui amamentando, não por querer ser um mártir. Mas porque é o melhor para minha filhota! E saber que ela está recebendo o melhor de mim cura qualquer dor!
Desculpem a revolta, mas esse artigo nojento me deixou indignada. E assustada em ler comentários de pediatras apoiando esse despautério!


Mãenifesto
Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.
Assine!!!
http://www.grupocria.com.br/

Beijos

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Vínculo...

Amei o tema da Blogagem Coletiva da Rede Mulher e Mãe. Porque tenho pensado muito nos vínculos que criamos com os filhos e em como criamos. A verdade é que já começamos a nos entender na gestação.
Tive duas gestações completamente diferentes. Uma tranquila demais e outra conturbada demais. Dois extremos com resultados completamente diferentes.
Eu e a Dani sempre fomos muito ligadas. Eu sentia quando algo acontecia com ela. Eu sentia que ela já estava acordada mesmo em silêncio. Mas ela sempre foi muito PAI, parecida fisicamente e até na forma de brincar, agir, conversar... A Dani dormia sozinha em seu quarto com um mês de vida, ficava quietinha olhando tudo e pouco chorava. Chorava quando tinha cólicas, fome ou estava com a fralda suja. Até hoje é independente, gosta de brincar sozinha, inventa suas brincadeiras e se diverte assim. Lógico, adora ter a compania dos pais, mas quando não é possível, se diverte sozinha mesmo no seu mundinho colorido!
Alice é o oposto da Dani. Mama muito, mama segurando minha blusa ou sutiã, qualquer coisa que garanta que ao dormir a mãe ficará grudada nela. Dorme de rostinho colado ao meu, suando, mas sem desgrudar. Quando acordada, se não tem a mãe em seu campo de visão, dirigindo o olhar diretamente para ela e conversando com ela, chora desesperadamente. Se a mãe se ausenta ela abre o berreiro, e não adianta a Dani tentar colocar chupeta, o pai embalar no colinho: o chororô só pára quando ela cai nos braços da mãe e até suspira!
O vínculo que tenho com as duas é forte, porém é diferente. Alice não gosta de dormir com a mãe cantando para ela, mas a Dani pede pra mãe cantar ou contar histórias. são crianças diferentes com necessidades diferentes.
A Dani tem um forte vínculo com o pai, ama de paixão o Papaizão dela, sente saudades e fala das saudades quando o pai viaja (hoje ela falou que estava morrendo de saudades dele). E esse vínculo já existe há tempos, não foi criado depois do nascimento da Alice.
É isso! Filhos diferentes, vínculos diferentes, amor igual, enorme e incondicional!

Beijos

Ser mãe para minhas filhas...



Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu
marido estão pensando em 'começar uma família'.
'Nós estamos fazendo uma pesquisa', ela diz, meio de brincadeira.
'Você acha que eu deveria ter um bebê?'

'Vai mudar a sua vida,' eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
'Eu sei,' ela diz, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .'

Mas não foi nada disso que eu quis dizer.
Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela.
Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos.
Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar,
mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela
estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se
perguntar 'E se tivesse sido o MEU filho?'
Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando
ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo
poderia ser pior do que ver seu filho morrer. Olho para suas unhas com amanicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão
sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da
da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com
que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu
em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela
maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela
entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu
bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar
sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais
serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro
masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme
dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças
gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a
possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no
banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará
constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da
gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a
mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de
menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para
salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de
vida -- não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos
realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se
tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da
forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode
amar um homem que tem cuidado ao passar talco num bebê ou que nunca
hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela
se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada
românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá
com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras,
o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente
sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana
quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho
aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada
gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato
pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que
chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que
tenho lágrimas nos olhos.

'Você jamais se arrependerá', digo finalmente. Então estico minha mão
sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa
por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que
encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados.
Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.'

Autor Desconhecido

domingo, 17 de outubro de 2010

Saudades de mim...

No filme Marley e Eu tem uma frase da Jennifer Aniston que me marcou muito: "Ninguém nos fala o trabalho que dá ter filhos, casa, família..."
Na verdade até falam...
Mas quem é que quer saber da parte trabalhosa da brincadeira de amadurecer? E que atire a primeira pedra aquele ou aquela que nunca teve vontade de fechar os olhos e correr SOZINHA (O) e sem rumo. Fugir da maluquisse do dia a dia, escapar das brigas e choradeiras, fugir de um trabalho de última hora...
Não é fácil administrar uma vida adulta. E eu que achava que meus problemas adolescentes eram os maiores do mundo. Aquela espinha horrorosa que apareceu bem no dia da festa americana acabou com minha vida social... E para ajudar a infelicidade da minha vida, aquele paquera não foi na festa.
Nada comparado a ter uma filha que não gosta de comer, outra com renite aos 2 meses, um peito empedrado que arde loucamente, contas a pagar, marido em pleno UP profissional que precisa viajar ou apenas se ausentar por muito tempo...
Mas, pensando bem, esses são problemas? Talvez sejam porque eu os incorporei assim na minha vida. OPS! Hora de refletir e rever conceitos! Tirar esse baixo astral da cabeça e redirecionar meu radar para locais que me façam perceber que existem coisas maiores na vida do que viver de problemas (que já vem solucionados).
É isso aí! Aos poucos tentando retomar a vida social na web!
Beijos

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Dúvidas...

Ontem recebi uma senhora proposta... Na verdade uma sugestão.
Um dos melhores colégios construtivistas de Curitiba está procurando professores. E uma mãe de coleguinha da Dani sugeriu que eu enviasse por ela meu cu
rrículo, pois ela acha que eu tenho o perfil para o cargo. Então pensei "Hum... Unir o útil ao agradável! Preciso de dinheiro e a escola é fantástica!". Porém...

... Estou com medo de mandar meu currículo, ser chamada e entrar no desespero que já entrei uma vez: O que fazer com a Alice? Juro, chego a chorar só de p
ensar em passar 4 horas do dia longe dela. Só de pensar em ordenhar leite dia e noite para não dar complemento. Só de pensar em todo sofrimento que pass
ei com a Dani... Por dinheiro!

Sei lá... Mesmo não tendo contado para ninguém, me sinto pressionada a ir atrás dessa oportunidade. E sei que se não for, as cobranças virão como bombas atômicas na minha cabeça. Porque ninguém está preocupado com o bem estar da minha pequena. Apenas com a mãe desempregada. E juro, escuto cada coisa de deixar qualquer lactante de cabelos em pé!
A falta de apoio é um agravante! Essa dependência financeira junto com minha instabilidade emocional e com a insegurança que tenho sentido me fazem ter vontade de correr e implorar pela vaga. Mas meu coração de mãe me diz que não é hor
a. Que posso aguentar mais uns meses essa situação temporária e esperar por outras oportunidades.
Não estou preparada para me afastar das meninas novamente. Sei que vou me arrepender de todas as conseqüências que essa escolha trará para a minha bebê. Mas... A pressão... Acho que por isso não contei a ninguém, para não me sentir mais pressionada!


Mãenifesto
Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.
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