quinta-feira, 24 de março de 2011

Revolta de uma cidadã...


Sei que hoje em dia andar a pé se tornou um exercício raro. Pessoas que não possuem carro ou realmente muito dispostas e ajudar a preservar nossa atmosfera e diminuir os congestionamentos é que se aventuram.
Eu ando todos os dias, levo a Dani na escola e a busca a pé, faço mercado (que é perto de casa), compro frutas e verduras, sempre eu, Dani, Alice e o inseparável sling.
E vou contar, é complicado ser pedestre (pelo menos em Curitiba)! Por várias vezes quase fomos atropeladas, sendo que estávamos agindo corretamente. só atravesso na faixa e espero o sinal de pedestre ficar verde para atravessar a rua. Só ando nas calçadas, enfim... Tudo que um bom pedestre deve fazer para se proteger.
Os motoristas não respeitam. Então, deixo aqui um pedido aos motoristas que estão lendo esse post:
-Liguem o pisca quando estiverem em uma esquina esperando para virar. Geralmente o pedestre olha, vê que o carro não está dando sinal e atravessa. E o Zé Graça do motorista vira em cima do pedestre e nem se desculpa.
-Sinal verde para o pedestre não significa que o motorista pode arrancar com o carro só porque não virá nenhum carro no sentido contrário. Aguarde seu sinal abrir para então, arrancar com seu veículo.
-Calçada não é estacionamento. Pedestre anda na calçada e carro anda na rua. Se você vai esperar alguma coisa, espere nas vagas destinadas para carros, porque se você pára sobre a calçada o pedestre é obrigado a andar pela rua, colocando a vida em risco.
-Nos dias chuvosos dê a preferência para o pedestre. Lembre-se, você está abrigado dentro de seu carro, o pedestre estará, no máximo, com um guarda-chuvas.

E tenho o dito!

Beijos

terça-feira, 22 de março de 2011

Racismo também é papo de mãe!



#InfânciaSemRacismo, essa é a tag usada para identificar as discussões via Twitter sobre a semana de combate ao racismo. E, como mãe e cidadã, me senti na obrigação de participar da Blogagem coletiva que a Ceila nos convocou! E, confesso que o tema "preconceito" mexe comigo de uma forma muito pessoal enquanto mãe.
Deixo aqui meu relato como forma de combate ao preconceito na infância!

Quando a Dani tinha dois aninhos, a colocamos em uma escolinha que se dizia construtivista. A Dani sempre foi um bebê com um tempo diferente da maioria. Até seus dentinhos demoraram a aparacer (o primeiro estourou aos 11 meses). Enfim, ela é assim! E, comecei a me incomodar com alguns comentários da professora. "A Dani é introspectiva!", "A Dani não faz o que pedimos nas atividades (aos 2 anos?!)", "A Dani não interage!"... As atividades sempre vinham para casa com alguma observação: "Mamãe, a Daniela não quis ligar o coelho na cenoura!", "Mamãe, a Daniela não quis colar algodão nas nuvens!"...
Um dia a professora deixou escapar que ela não participava da educação física porque ia de crocs para a escola (ela transpira muito no pézinho e tem muitas frieiras). Fui na escola e questionei a pedagoga sobre o caráter das "aulas de educação física, que até onde eu sabia, na idade dela, não tinham caráter competitivo e sim lúdico. A pedagoga disse que não sabia do afastamento dela. Depois veio me informar que o motivo principal para o afastamento das aulas era o sopro que ela tinha no coração. Fiquei indignada, pois no início das aulas, levamos na escola um laudo da cardiologista dela informando que ela DEVERIA participar de todas as atividades esportivas. Fiquei muito triste em imaginar a minha filha sentadinha na quadra, olhando os amigos brincarem por que estava de crocs ou porque tinha sopro no coração.
Outras situação muito chatas aconteceram. Mas a gota d'água foi no dia da Bandeira. Ela veio feliz da vida com sua bandeirinha pintada, balançando de um lado para outro. Eis que reparei que atrás da bandeira estava escrito "Mamãe, a Daniela só pintou a bandeira porque eu segurei na mão dela!"...
Ãh? Hein? Como?
Imaginem uma leoa tendo seu filhote ameaçado por um outro animal. Foi assim que fiquei. Rodei a baiana, dei um chilique, enviei uma carta para a escola e minha filha NUNCA MAIS pisou lá.
Fiquei imaginando que aquela frase era só uma gota, imaginei o quanto de terrorismo foi feito com ela por não querer pintar a bandeira. Eu preferia que a bandeira viesse em branco. Minha filha foi agredida (porque forçar ela a pintar a bandeira na minha opinião foi uma agressão!) além de toda discriminação que já tinha sofrido. Sofri muito, chorei muito. eu tinha escolhido aquela escola para ela. Ela não curtia ir para a escola e agia daquela forma como uma auto-proteção.
Foram muitos rótulos que colocaram nela. Foram muitos desenhos com julgamentos. Foram muitas avaliações a taxando de apática e introspectiva.
Mudamos de escola (ela passou dois anos em uma escola Waldorf) e mudou da água para o vinho! Em uma semana! Ela era respeitada! Como todas as crianças, como todas as pessoas do mundo, ela era diferente, e tudo bem ser diferente! Porque ninguém é igual! Ninguém pensa igual! E viva as diferenças!

Bora lá pessoal, participar dessa ação proposta pela Unicef de combate ao preconceito na infância! Vamos proteger nossas crianças! Vamos proteger nosso futuro!

Beijos

sábado, 19 de março de 2011

Lembra a falta de tempo?

Pois é, ela continua...
Correria, Alice doentinha, Dani super hiper mega ultra blaster fofa, marido correndo também, e a vida de mompreneurs continua. Nesse exato momento me vejo em frente ao notebook, conferindo e respondendo e-mails, separando
pedidos, lendo blogs que adoro, atualizando o facebook, lendo muito sobre carregadores de bebês e assistindo Lazy Town (que confesso odiar!). E, no meio dos meus muitos e-mail (deixo a imagem do meu e-mail para provar que realmente não tem dado tempo de ler NENHUM e-mail).
E, em meio a esse mundo de coisas a fazer, eis que lembrei com muito carinho de um comentário que recebi, da Maribel, do Um Blog de mãe um selinho muito fofo, que está postado acima! Puxa, fazia um bom tempo que não recebia selinhos. E sempre curti selinhos, memes, blogagens coletivas e tudo que me faz ter contato com outros blogs. Tudo bem que meu blog tem estado um tanto de lado (o que me dói, pois amo esse meu espacinho!), mas sempre que me sinto inspirada, é para cá que eu corro! E ter esse reconhecimento de pessoas tão queridas, como a Maribel me faz ter mais vontade de devanear! Então, deixo aqui emu agradecimento à Mari e aproveito para indicar oferecer esse selinho a outros cinco blogs que, por mais que às vezes não consiga comentar, me fazem sorrir sempre!


meus filhos, minha vida Blog que adoro, da Jo Centeno!
Um Dia de Cada Vez Blog da Isa Isolani, minha cunhada, relata a vida da mãe que a Isa é e as peripércias da minha afilhada fofa e gostosa Ana Clara (sim, sou dinda coruja!).
Lili Fala Tudo AMOOOOOOOOOOOO, o blog da Lili me faz sorrir e muito!
Viagem de mãe Blog da Roberta, que adoro e conta sua jornada como mãe do Arthur (lindo).
Em casa com os filhos O blog da minha colega de facul, amiga e companheira nessa jornada maluca que é a maternidade, Ninon, que está entrando no mundo fabuloso da blogosfera!
Gi & Me O blog da Gi, que também está entrando no fabuloso mundo da blogosfera e que tem posts super engraçados e descontraídos de assuntos super importantes!

Tá, foram seis blogs... Mas são os que eu super curto!
Isso aí gente! Bora lá curtir esses blogs e se divertir com esse bando de mãe que ama seus filhotes e faz da maternidade sua maior conquista diária!
Beijos

terça-feira, 8 de março de 2011

Ó dúvida cruel...


Mocinha ou vilã? Dar ou não dar? Tirar ou manter?
Ahhhhhh, me refiro à chupeta!
Há alguns dias que tenho discutido internamente a importância desse acessório na vida dos bebês, especialmente da minha caçula. Já li quilos de artigos, toneladas de opiniões, vi milhares de imagens sobre que mostravam a dentição.
Como é difícil decidir se mantenho ou não ela em nossas vidas?
Esclarecendo, muitas vezes, na maioria das vezes na verdade, Alice pega o peito errado, e dói. A pega dela está certíssima, mas acredito que a chupeta é que atrapalha a sucção dela. Mesmo sendo chupeta ortodôntica. Como dei a chupeta pra ela ainda na maternidade, não tenho como confirmar essa minha afirmação. E dei chupeta, não porque não queria que ela ficasse no peito, mas 24h no peito não rolava (nem a maior super hiper mega blaster mãe do mundo conseguiria, quem dirá eu, uma mera mortal!), optei pela dita cuja!
E acho um saco! Às vezes ela cai durante o soninho da pequena e ela nem tchum. Outras vezes ela cai e a pequena acorda chorando muito coloco a chupeta e ela dorme mais uns minutos, a chupeta cai e ela chora e assim vai... Fora as vezes que saio de casa e esqueço a maldita! Aí é uó.
Eu queria muito voltar no tempo e não ter dado! Sei lá, ela tem uma boquinha linda, fica tão feio usar chupeta!
Por isso estou tentando deixá-la chupeitar (odeio esse termo...), ficar no peito sempre que tem sono, ou sempre que quer um consolo! Ah, por falar em chupeitar (odeio esse termo [2]), esse texto é fabuloso, fala sobre a chupeta de peito, muito bom!
Na verdade, esse post foi mais uma divagação... Tenho pensado muito na questão da chupeta... Será que eu preciso mais que minha filha?
Beijokas

sábado, 5 de março de 2011

Vamos slingar?


A Carinho de Pano e Slingar e Dançar promovem no próximo sábado mais uma oficina de slings! A idéia é, além de aprender ou treinar o uso do sling, fazer uma vivência bem bacana de dança com sling, com a Isabella Isolani e trocar experiência com outras mães! É uma ótima chance para conhecer mães e retomar a vida social que fica um tanto parada depois que temos filhos!
#ficaadica