segunda-feira, 22 de novembro de 2010

E o segundo filho...


Mãe de primeira viagem sofre! Tudo novo, tudo estranho, tudo desesperador! Muitos choros iguais (e todo mundo diz que dá para identificar choro de cólica, de fome, de sono...).
Até que chega o segundo filho e tudo é tão fácil! Ou não!
Porque o primeiro, que foi o filho da mãe de primeira viagem está ali e agora sou mãe de primeira viagem de dois filhos! Confuso? Muito!
E, como já postei AQUI, as meninas são muito diferentes. Assim como minha relação com elas é diferente. Até três meses atrás a Dani era única. NUNCA precisou esperar que eu atendesse outra pessoa para atendê-la. Tudo sempre meio imediato. E, agora, vejo minha "mocinha" pacientemente sentadinha no sofá, esperando a irmã terminar de mamar para receber seu achocolatado.
Hoje levamos a Alice pela terceira vez no mês na pediatra. Ela chora muito, um choro desesperado, forte, sofrido. Antes eu achava que eram as cólicas, mas agora as cólicas passaram. E aí? O que pode ser. A pediatra pediu exame de refluxo e urina. Mas meu coração me diz que não é nada disso. Às vezes sinto que é uma forma de me prender junto a ela, porque ela chora me olhando nos olhos. Não sei mais o que pensar sobre os choros da Alice.
E no meio disso está a Dani. Que só fala "Mãe, não estou ouvindo o filme!" - Ô dó! E mesmo assim, ela aperta as bochechinhas da Alice e diz "Meu bebezinho!" toda derretida pelo sorriso banguela da irmãzinha!
E aí? Aumento a TV para a Dani ver seu filminho e fico com a Alice aos berros? Mantenho o volume da TV e me tranco no quarto com a Alice aos berros? Saio correndo descabelada berrando pela rua?
É... Ainda bem que ninguém me disse que seria fácil!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Não à violência contra a criança e o adolescente!



Hoje, 19 de novembro é o Dia Mundial de Prevenção da Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes. E nunca é demais ressaltar a importância dessa ação para a sociedade.
Confesso que já dei palmada na Dani. Mas me doeu tanto que decidi que minhas filhas seriam educadas com amor e não com palmadas. É inadmissível que aquele que deve proteger seja o agressor de seres tão indefesos quanto crianças.
Limite físico, só abraço!
Outro dia a moça que trabalha para mim de vez em quando me disse o seguinte: "Eu mando o Lucas pegar a vara da árvore para apanhar, porque na bíblia diz que devemos educar com a vara..."... Ãh? Hein? Cuma? Choquei!!!!!
É o poder da palavra escrita levada ao pé da letra!
Fiquei triste porque o garoto é um doce e por uma peraltisse apanha de vara! Imaginem a dor, imagine a humilhação de ir buscar a vara para ser agredido.
Não consigo nem imaginar! É como de um gigante gritasse para que eu fosse busca a vara e me surrasse e eu não pudesse me defender.
Não... Não quero isso para minhas filhotas!
Amor e carinho são as melhores formas de educar!
Bora lá, gritar aos quatro ventos "NÃO À PALMADA!", "NÃO AO ABUSO SEXUAL!", "NÃO À VIOLÊNCIA MORAL!" e "SIM À PROTEÇÃO DAS NOSSAS CRIANÇAS!".

Beijos

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Mãe vaca com muito orgulho!


Ai, ai! Isso cansa a beleza de qualquer super mãe consciente!
O quê?
Mais uma vez a mídia passa a mão na cabeça de mães que se acomodam com diagnósticos bizarros de médicos preguiçosos que não tem paciência para ajudar uma mãe a amamentar seu filho ou de mães acomodadas que tiram o direito do filho receber o melhor alimento em prol do seu descanso. #FAIL

Já postei AQUI, AQUI e em vários outros posts minha opinião sobre amamentação. Mas acho que não custa ressaltar o quanto defendo esse ato de amor de mãe para filho.
a natureza nos deu entre 38 e 42 semanas para gestar um bebê. Esse tempo não é somente para comprar roupinhas. Esse tempo é para a preparação da futura mãe, para que ela esteja pronta para assumir TODAS as responsabilidades que a maternidade traz com a chegada de um bebê. E, acredito que a principal é a amamentação.
Passei por quatro obstetras antes de optar ganhar a Alice no plantão do hospital. NENHUM deles conversou comigo sobre a amamentação. e quando eu perguntava a resposta era unânime "Cedo para falar disso!".
Senti tanta raiva ao ler esse lixo, achei de uma irresponsabilidade, de um mal gosto e de uma inutilidade tão grande. Uma pena que temos que comentar para não deixar que pessoas desinformadas acreditem nos absurdos escritos nele.
Como assim, "respeitar a mulher que não quer amamentar"? Se mata! Coloca filho no mundo para negar o melhor alimento e quer ser respeitada!
"O que está acontecendo? O mundo está ao contrário e ninguém reparou?"
Não consigo aceitar isso! Acho que deveria existir uma lei que obrigasse a mulher a amamentar, salvo em situações em que a amamentação não é possível.
Hoje, ecebi uma notícia maravilhosa. Uma amiga querida, a quem quero muito bem e que estava tendo muitos problemas com a amamentação conseguiu relactar o bebê com sucesso! Isso é exemplo de mulher consciente, responsável! Eu sei o quanto é difícil amamentar, já passei por duas mastites, uma com febres de quase 40°C e segui amamentando, não por querer ser um mártir. Mas porque é o melhor para minha filhota! E saber que ela está recebendo o melhor de mim cura qualquer dor!
Desculpem a revolta, mas esse artigo nojento me deixou indignada. E assustada em ler comentários de pediatras apoiando esse despautério!


Mãenifesto
Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.
Assine!!!
http://www.grupocria.com.br/

Beijos